Qual é o papel da mulher na sociedade?


Nos últimos anos, publicamos mais de 30 obras escritas por mulheres de todo o Brasil. Elas têm cores, crenças, tamanhos e idades diferentes, mas algo em comum, são mulheres que assumiram seu verdadeiro papel na sociedade brasileira: o que elas quiseram!


Com muito orgulho, a Editora Madrepérola apresenta joias raras da literatura brasileira contemporânea. Por meio de suas obras, essas mulheres assumiram o papel de revelar histórias.


Te convidamos a descobrir — como leitor, admirador, pensador ou o papel que você escolher — essas autoras nacionais de que tanto nos orgulhamos de publicar.



Leia nossas autoras que vão muito além de seu papel!

Ebook Mulheres no Papel

Quatro mulheres, quatro capítulos, todas as possibilidades.


Selecionamos quatro escritoras que assumiram o papel de ampliar as possibilidades da literatura brasileira por meio das suas palavras, vozes e ideias.


Participe desta campanha e receba gratuitamente esta coletânea de textos. Descubra mulheres que sabem bem o seu papel na literatura: o que elas quiseram!



Kau Bonnett

Kau Bonnett é autora, influenciadora digital e o que mais a vida a convida a ser. Nasceu em Santa Catarina e hoje é uma itinerante brasileira. Aficionada pelo comportamento humano e pelos ensinamentos da vida, com maestria, transforma os momentos vividos em palavras.

OBRAS DA AUTORA

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Leias as primeiras páginas do best-seller Amar.elo

Mayanna Velame

Mayanna Velame nasceu em Manaus. É formada em Letras – Língua Portuguesa, pela Universidade Federal do Amazonas. É cronista da revista Vicejar e colunista da revista Conexão Literatura

ARTIGOS COM A AUTORA

Assista à entrevista com a autora no Dia do Poeta

Leia o artigo "Olhos de ressaca" publicado na Revista Conexão nº62

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Nina Cardoso

Nina Cardoso é carioca, mas tomou Londrina como seu lar. Psicóloga de formação acadêmica e escritora desde que se entende por gente, teve textos publicados em 6 coletâneas de contos e de poesias. 

Hell

Hell é anormal, impulsiva e tem o humor estragado. Estudou Filosofia, Letras e Cinema. Sua vida profissional inclui diversas atividades, porém, escreve como catarse.

Tessa Pisconti

Tessa Pisconti é do litoral Norte da Bahia. Atuou em Angola, na África, como gestora cultural e diretora da Casa de Cultura Brasil-Angola (atual Centro Cultural Brasil-Angola), lá desenvolveu projetos na área literária. Condecorada pelo Itamaraty com a Comenda da Ordem de Rio Branco, pelo trabalho desenvolvido no Centro de Estudos Brasileiro de Luanda.



Baixe o e-book gratuitamente

AS PARCEIRAS NO PAPEL

Blogueiras, YouTubers, Instagramers e afins. Todas elas tem muito pra te contar sobre livros e mulheres incríveis e aqui o papel delas não é coadjuvante.

Conheça estes conteúdos e canais e descubra mulheres tão incríveis quanto nossas autoras, antenadas nas novidades literárias e cheias de boas recomendações para suas leituras!

Parceiras no papel

CANAL: Leia Preta Leia!

"(Des)humanos é sem dúvida uma obra interessante. Uma ficção fantástica misturada com romance com alto teor filosófico. A obra de Thyl Guerra, usa suas personagens como exemplos para falar sobre como as emoções humanos são imprescindíveis para nos tornar o que somos. E como são elas que ajudam a construir nossos valores e a base da nossa ética como ser humano. São esses os valores que guiam nossa racionalidade e podem nos ajudar a tomar decisões acertadas e não nocivas.

Assim, o livro nos faz refletir sobre, como seria se pudéssemos desligar nossas emoções? Qual o impacto que isso poderia causar não só em nós como indivíduos, mas no coletivo? A racionalidade pura, destituída de emoções, sem a empatia ou senso de certo e errado não nos tornaria frios e apáticos? Sociopatas, talvez?"


LEIA MAIS EM: LEIAPRETALEIA.COM.BR

CANAL: Coffe Literário

"Uma grata surpresa essa leitura que com tanta sensibilidade, a autora amazonense Mayanna Velame, resgata o melhor da Literatura brasileira. Aqui, somos tocados por poemas que brincam com as palavras, dá um novo som aos fonemas, desconstrói regras gramaticais e as usa para satirizar o amor, a saudade, a solidão. Se apropria dos clássicos brasileiros como Machado de Assis, Clarice Lispector, e até o nosso baiano Jorge, o amado, tecendo trocadilhos divertidos com as suas respectivas obras, de uma forma que nos instiga ler na mesma hora."


LEIA MAIS EM: @_coffeliterario